Perfil do advogado atendido
Antes de enviar qualquer processo, leia uma frase: hoje a AlphaJuri compra RPV federal de honorários expedida no TRF1, com análise em minutos, proposta em até 48 horas e pagamento em até 72 horas após o aceite. Este texto diz quem está dentro desse perfil, quem ainda não está e por quê.
A antecipação de RPV da AlphaJuri é a compra de honorários já reconhecidos em Requisição de Pequeno Valor federal — hoje, as expedidas no TRF1 — para que o advogado receba antes do prazo oficial de pagamento pelo ente público, sem dívida, sem cartório e sem regresso.
Hoje, a AlphaJuri antecipa RPVs federais de honorários do TRF1. O envio é digital e pede dois dados: número do processo e OAB. A verificação de elegibilidade é feita a partir daí, a proposta chega em até 48 horas e o pagamento ocorre em até 72 horas depois do aceite. Se a sua requisição está nesse recorte, você está no perfil — e não precisa preencher formulário nenhum "só para ver no que dá".
Se não está, continue lendo antes de enviar. A operação é compra do recebível que você já ganhou: sem dívida, sem cartório, sem regresso. Isso muda o que importa na análise. Não olhamos o seu histórico financeiro; olhamos o processo, a titularidade dos honorários e a requisição. A análise é gratuita e sem compromisso, com retorno de um especialista em até 48 horas.
A frase curta é essa: compramos RPV federal de honorários expedida no TRF1. É o que está aberto agora, com os três tempos nomeados — análise em minutos, proposta em até 48 horas, dinheiro em conta em até 72 horas. Para conferir a sua requisição na fonte, o próprio tribunal mantém a página oficial "RPV e Precatórios", que reúne a consulta e as orientações sobre RPVs e precatórios federais da 1ª Região.
O escopo da operação é mais amplo do que uma única porta. A AlphaJuri atende credores e advogados no Brasil comprando créditos judiciais reconhecidos judicialmente, entre eles precatórios, RPVs e honorários sucumbenciais, sempre com análise de elegibilidade antes da proposta. Na prática, isso significa que outros casos podem ser avaliados, mas só o TRF1 tem hoje o fluxo com prazo publicado de ponta a ponta.
Por que insistir nessa distinção? Porque prazo sem recorte é promessa vaga. Quando dizemos 48 e 72 horas, estamos falando de uma jornada já mapeada: envio dos dados do processo, análise de elegibilidade, proposta digital e pagamento após o aceite. Se você quiser ver o passo a passo com calma antes de enviar qualquer coisa, ele está em como funciona.
Há situações em que o envio não acelera nada, porque o processo ainda não produziu o que compramos. Vale reconhecê-las antes, para você não gastar tempo e não ficar esperando uma resposta que já se sabe qual é.
Enviar antes da hora não antecipa nada: a análise só confirma o que o processo já diz.
A operação é uma cessão de crédito, disciplinada nos arts. 286 a 298 do Código Civil. Pelo art. 295, na cessão por título oneroso o cedente responde ao cessionário pela existência do crédito ao tempo da cessão; a responsabilidade pela solvência do devedor não é automática e depende de cláusula expressa, nos termos do art. 296. Traduzindo para o seu dia a dia: você responde por aquilo que afirmou existir, não pela data em que o ente público vai pagar.
É daí que vem o "sem regresso". O atraso do pagador deixa de ser problema seu no momento em que a requisição é comprada. Não há título em cartório, não há garantia a oferecer, não há cobrança depois.
O aceite da proposta é o marco que dispara o pagamento em até 72 horas. Por isso ele é registrado por escrito, com responsável identificado, versão aprovada e data — prática recomendada justamente para que aprovação não vire discussão de memória. Você sabe o que aceitou, quando aceitou e o que acontece em seguida.
O perfil que chega até aqui raramente é o de quem está em apuro. É o sócio que fechou uma sucumbência federal no ano passado e descobriu que a requisição tem calendário próprio. É a advogada que vai contratar mais uma pessoa e prefere fazer isso com o dinheiro já na conta, não com a expectativa dele. É o escritório de três pessoas que trabalha com caixa mensal e tem um recebível relevante parado no tempo do Estado.
A biblioteca de retratos da marca existe por causa disso: um busto recortado, fundo chapado, nenhum adereço em cena. Ninguém posando de vitorioso, ninguém segurando nada. São profissionais, de frente, com um número de ordem no canto — a fila é real e tem gente nela.
O que todos têm em comum é que já ganharam. A decisão não está mais em discussão, o trabalho já foi entregue, o valor já tem nome. A única variável restante é quando o dinheiro entra. Essa variável é a que a AlphaJuri resolve.
Se você tem honorários reconhecidos em RPV federal no TRF1, o caminho é curto: envie o número do processo e a sua OAB para análise. A verificação de elegibilidade é gratuita e sem compromisso, e um especialista retorna em até 48 horas.
Se a proposta fizer sentido, o aceite é digital e o pagamento ocorre em até 72 horas. Se não fizer, não há nada assinado, nada devido e nada registrado contra você. Compra de recebível é isso: ou o negócio se fecha, ou ele não existe.
Quando quiser começar, use a página de contato com o número do processo e a OAB em mãos. É o mesmo canal que inicia a análise — não há etapa intermediária, nem formulário anterior a ele.
Advogados e escritórios com honorários já reconhecidos em Requisição de Pequeno Valor federal no TRF1. O envio é digital e pede número do processo e OAB; a análise é gratuita e sem compromisso, com retorno de um especialista em até 48 horas.
A proposta sai em até 48 horas e o pagamento ocorre em até 72 horas depois do aceite da proposta. São prazos de etapas distintas: primeiro a análise de elegibilidade, depois a proposta digital, depois o pagamento.
Não. A operação é cessão de crédito: pelo art. 295 do Código Civil, na cessão onerosa o cedente responde pela existência do crédito ao tempo da cessão, e a responsabilidade pela solvência do devedor depende de cláusula expressa, nos termos do art. 296. É o que a marca chama de sem regresso.
O fluxo com prazos publicados hoje é o do TRF1. A operação, de forma mais ampla, envolve a compra de créditos judiciais reconhecidos judicialmente, como precatórios, RPVs e honorários sucumbenciais, sempre com análise de elegibilidade antes da proposta. Vale enviar os dados e deixar a análise responder.
Não há cartório e não há garantia a oferecer. Quanto ao cliente, o que se cede são os honorários de titularidade do advogado — o tema está detalhado no texto sobre cessão de honorários sem o cliente, no blog da AlphaJuri.