Os três prazos
Fundo branco, tipografia azul-marinho e três etapas nomeadas com as palavras exatas do site: análise em minutos, proposta em até 48 horas, dinheiro na conta em até 72 horas. Este texto descreve esse formato de comunicação, explica o que cada prazo significa na prática e mostra o que a régua laranja separa.
Três prazos, cartão branco é o formato em que a AlphaJuri apresenta sua oferta: um cartão de fundo branco com tipografia azul-marinho que nomeia os três tempos da operação — análise em minutos, proposta em até 48 horas e dinheiro na conta em até 72 horas — com uma única régua laranja separando a promessa do detalhe.
Três prazos, cartão branco é o formato em que a AlphaJuri apresenta a própria oferta: fundo branco, tipografia azul-marinho, três etapas nomeadas com as palavras exatas do site — análise em minutos, proposta em até 48 horas, dinheiro na conta em até 72 horas — e uma única régua laranja separando a promessa do detalhe. O que você lê aqui é a descrição desse formato de comunicação, não uma peça publicada que vá aparecer nesta página.
O formato existe porque prazo é o argumento central da operação. Um advogado que já tem honorários reconhecidos em Requisição de Pequeno Valor não precisa de adjetivo: precisa saber quando a análise começa, quando a proposta chega e quando o dinheiro entra na conta. Os três números ficam no topo, sempre na mesma ordem. Abaixo da régua vem o detalhe: o que você envia, o que é verificado e o que a operação não é.
Análise em minutos. O começo exige pouco de você. Na página de contato, você informa o número do processo e a OAB, e a AlphaJuri verifica a elegibilidade do crédito. A análise é gratuita e sem compromisso.
Proposta em até 48 horas. Verificada a elegibilidade, a proposta formal chega em até 48 horas. Você lê, compara com o prazo oficial de pagamento do ente público e decide.
Dinheiro na conta em até 72 horas. Aceita a proposta e formalizada a cessão, o pagamento acontece em até 72 horas. É o único dos três tempos que depende de uma decisão sua — os dois primeiros correm do lado da AlphaJuri.
A sequência inteira está descrita em como funciona, passo a passo, com os mesmos prazos.
Prazo é fácil de escrever e difícil de sustentar. Por isso o formato separa o que é promessa do que é mecanismo: cada um dos três tempos corresponde a uma etapa concreta, com entrada, verificação e saída. Três coisas precisam estar no lugar para que o número signifique alguma coisa.
Prazo sem mecanismo é propaganda; prazo com mecanismo é compromisso operacional.
O resumo da oferta termina nomeando o que a operação não é: sem dívida, sem cartório, sem regresso. As duas primeiras decorrem da natureza do negócio; a terceira é uma escolha contratual da AlphaJuri, declarada no próprio site. A empresa compra o RPV de honorários que você já ganhou, e a compra se dá por cessão de crédito, disciplinada nos arts. 286 a 298 do Código Civil.
O ponto que mais interessa a quem cede está no art. 295: na cessão por título oneroso, o cedente responde ao cessionário pela existência do crédito ao tempo da cessão. Já a responsabilidade pela solvência do devedor não é automática — ela depende de cláusula expressa, nos termos do art. 296. Ou seja: a lei devolve a questão para o contrato. O "sem regresso" da AlphaJuri é posicionamento comercial da empresa, e não consequência automática dos artigos citados.
Na prática, a distinção vale a leitura antes da assinatura. A leitura corrente do art. 295 — interpretação deste texto, não citação literal da lei — é que o cedente garante a existência do crédito ao tempo da cessão; e é a cláusula do contrato que diz se há ou não responsabilidade pela solvência do ente público. É por isso que o vocabulário da marca é análise, proposta, pagamento e antecipação. Para quem quer entender a diferença entre os dois tipos de requisição antes de decidir, o contraste está explicado em precatório x RPV.
Acima da régua ficam os três números. Abaixo fica tudo o que um profissional precisa ler antes de decidir: o que é verificado, o que você assina, o que acontece se o crédito não for elegível.
A escolha é deliberada. Uma apresentação que só mostra prazo pede confiança sem oferecer mecanismo. Uma que só mostra mecanismo esconde a informação que o leitor foi buscar. A régua resolve a ordem de leitura: primeiro quando, depois como.
O mesmo princípio vale para a conversa. A AlphaJuri explica o mecanismo antes de prometer o benefício — e nomeia o que a operação não é, em vez de deixar a dúvida para o fim.
Você já ganhou os honorários. O que falta é o calendário do ente público, e esse calendário não responde ao seu fluxo de caixa.
A AlphaJuri compra esse RPV. Você envia o número do processo e a OAB, a elegibilidade é verificada, a análise é gratuita e sem compromisso, e a proposta chega em até 48 horas. Aceita a proposta, o dinheiro entra na conta em até 72 horas. Sem dívida, sem cartório, sem regresso — é assim que a empresa descreve a própria operação, e o "sem regresso" está na cláusula do contrato que você vai ler.
Se o seu caso é esse, comece pela análise do RPV com o número do processo em mãos. Os três prazos são o resumo; o que vale é o que está escrito abaixo da régua.
Análise em minutos, proposta em até 48 horas e dinheiro na conta em até 72 horas. São esses os três tempos nomeados na comunicação da marca, sempre nessa ordem.
Não. A análise é gratuita e sem compromisso: você informa o número do processo e a OAB, a elegibilidade do crédito é verificada e a proposta chega em até 48 horas.
Vale separar duas coisas. O que diz a lei: na cessão por título oneroso, o cedente responde pela existência do crédito ao tempo da cessão, e a responsabilidade pela solvência do devedor não é automática — só existe mediante cláusula expressa, nos termos dos arts. 295 e 296 do Código Civil. O que a AlphaJuri declara comercialmente: que sua operação é sem regresso. Essa segunda parte é posicionamento da empresa, não efeito da lei, e se confirma na cláusula da proposta — leia antes de assinar.
O foco da operação é o RPV de honorários que o advogado já ganhou. Em qualquer caso, a elegibilidade do crédito é verificada antes de qualquer proposta.
Não. A operação é de compra do recebível por cessão de crédito. "Sem dívida, sem cartório, sem regresso" é o posicionamento que a própria AlphaJuri declara, e não uma garantia dada pela lei: como já explicado, a ausência de regresso depende da cláusula do contrato que você vai ler.